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"A inveja consome o invejoso como a ferrugem o ferro." (Antistenes)
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sexta-feira, 6 de março de 2009

Justiça arquiva inquérito contra Divani Pinto

O juiz substituto do Tribunal do Júri, Marcos William de Oliveira, beneficiou a advogada boaventurense e ex-delegada da Polícia Civil da Paraíba, Maria Divani Pinto de Menezes (foto), com um Hábeas Corpus que arquivou o inquérito policial que existia contra ela.
No mês de outubro do ano passado, a ex-delegada havia sido acusada de ter entregado uma substância para um prisioneiro, segundo a polícia, para matar dois detentos (irmãos), acusados de terem assassinado o marido dela. A decisão do Tribunal do Júri transitou em julgado na quarta-feira (4), e não cabe mais recurso.
Para fornecer o Hábeas Corpus à ex-delegada Divani Pinto, o juiz chegou à conclusão de que nesse caso não existiu execução. Afinal a substância foi entregue a uma terceira pessoa que se encarregaria de colocá-la na alimentação de dois detentos em troca de dinheiro, mas isso também não aconteceu. Ainda, segundo o juiz, o diretor do presídio também estava sabendo de tudo e em nenhum momento a vida dos dois irmãos corria risco.
No mês de novembro passado Divani teve outra condenação. Desta vez, por tentativa de suborno a três policiais militares. A sentença foi dada pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Bayeux, José Edvaldo Albuquerque de Lima, porque ele entendeu que a ré usou a profissão para subornar policiais militares. Na época, a pena havia sido transformada em prestação de serviços.
Divani Pinto foi candidata a vereadora na cidade de Boa Ventura (Vale do Piancó), sua terra natal, nas eleições municipais de 2008.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Ex-delegada é condenada por tentativa de suborno

A advogada boaventurense e ex-delegada da Polícia Civil da Paraíba, Maria Divani Pinto, que no último mês de outubro foi flagrada no presídio do Roger entregando veneno para um prisioneiro, segundo a polícia, para matar dois detentos acusados de terem assassinado o marido dela, foi condenada a três anos por tentativa de suborno a três policiais militares. A sentença foi dada pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Bayeux, José Edvaldo Albuquerque de Lima, porque ele entendeu que a ré usou a profissão para subornar policiais militares. Ontem à noite o juiz disse que a pena foi transformada em prestação de serviços.
Segundo o tenente Antônio de Souza, no ano de 2006, a advogada Divani Pinto, tentou subornar os três policiais que efetuaram a prisão de uma traficante que havia sido detida com 70 pedras de craque. O tenente contou que a tentativa de suborno da advogada aconteceu nos corredores do Fórum de Bayeux. “Ela nos procurou e ofereceu dinheiro para que nós mudássemos o depoimento sobre a traficante presa a fim de que ela fosse liberada como inocente”, disse o tenente Antônio.
O caso foi denunciado ao Ministério Público e os policiais revelaram que a advogada solicitou que eles acusassem um adolescente pela posse da droga e que em troca receberia um bom dinheiro. Após ouvir os policiais, a justiça declarou a advogada culpada por oferecer dinheiro às testemunhas. A advogada disse que vai recorrer da decisão da justiça.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Advogado diz que Divani nunca entregou veneno

A ex-delegada e advogada boaventurense Maria Divani Pinto não compareceu à coletiva de imprensa que ela mesma convocou para divulgar a sua versão sobre o flagrante da tentativa de envenenamento de dois presidiários, ocorrido na última sexta-feira (24) no Presídio do Roger, em João Pessoa. Quem a representou na Associação Paraibana de Imprensa, frente aos jornalistas foi o advogado Gleydson Pedrosa.
Com toda a imprensa reunida questionando a ausência da ex-delegada, o advogado defendeu a versão de sua cliente. Ele disse que Divani sofre de um problema alérgico e que nunca tirou nenhum frasco de sua blusa e nem entregou a preso. Contudo, as imangens feitas no presídio, mostram ela entregando um vidro que posteriormente um laudo do Instituto de Polícia Científica (IPC) comprovou conter veneno.
Ainda segundo o advogado, o vídeo do flagrante divulgado pela TV Cabo Branco “não pode ser considerado como prova porque não tem valor jurídico, uma vez que é caracterizado como um flagrante armado”, declarou, mesmo sabendo que tanto a Polícia Civil, quanto o próprio secretário de Segurança, Eitel Santiago estavam sabendo a ação. Ele disse que não iria comentar sobre os planos da ex-delegada de abrir processos contra o Estado, a TV Cabo Branco, o delegado Jaime Matos e o diretor do Presídio do Roger, Dinamérico Cardim.
O presidente da Associação Paraibana de Imprensa, João Pinto, se solidarizou com todos os veículos de comunicação e afirmou que nenhum órgão de imprensa seria barrado em sua casa. É que Maria Divani Pinto havia declarado na segunda-feira (27) que não iria permitir a presença da equipe da TV Cabo Branco na coletiva de imprensa. Divani se diz vítima de um falso flagrante armado contra ela e vai pedir indenização ao Estado. Toda a ação foi filmada por uma câmera escondida na última sexta-feira (24).
Paraiba1

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Ex-delegada e Advogada Divani Pinto é presa ao tentar encomendar mortes no presídio do Roger

A ex-delegada e advogada Maria Divanir Oliveira Pinto (foto), foi presa em flagrante no final da tarde desta sexta-feira, 24, quando entregava um recipiente com veneno para o detento Argemiro de Sousa Gomes no presídio do Roger em João Pessoa. O veneno era para matar os também detentos e irmãos, Lindoaldo e Lindoberto dos Santos, que foram presos pela morte do marido de Maria Divanir. A advogada é natural de Boa Ventura e foi candidata a vereadora pelo PSDB nas eleições recém finalizadas.
De acordo com a direção do presídio, a ex-delegada já havia aliciado o detento para cometer o crime e hoje entregaria o veneno que causaria as mortes. Argemiro decidiu contar o fato ao diretor Dinamérico Cardim, que armou o flagrante e prendeu a acusada em flagrante. De acordo com informações da direção do presídio, a advogada tinha ido ao presídio há alguns dias e voltou hoje já com o veneno. Toda conversa com o presidiário foi filmada por câmeras instaladas na sala. Membros da Ordem dos Advogados do Brasil (AOB-PB) compareceram ao local para garantir o direito de defesa da acusada. Maria foi levada para a 2ª Delegacia Distrital.
EM TEMPO REAL - Toda a negociação do crime e a entrega do frasco pela advogada ao apenado, que guardou o veneno dentro da roupa, foram filmadas

A advogada criminalista Divani Pinto, foi presa em flagrante que aconteceu às 17h30, no interior do Presídio do Róger, em João Pessoa, quando o preso fingiu aceitar a proposta de tentar matar os companheiros de cárcere com o veneno que lhe seria repassado por Divani Pinto. Ela confessou o ato ao diretor do Presídio do Rober, Dinamérico Cardim, e ainda acrescentou que esta não foi a sua primeira tentativa de matar os autores do assassinato do seu marido, fato ocorrido há meses, no bairro de São José.
Um delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE) está no Presídio do Róger para ouvir o depoimento da advogada. A presença dos peritos do Departamento de Medicina Legal (DML) é aguardada para que a substância contida no vidro seja examinada.